Todos Somos Iniciantes
Em certo sentido todos somos iniciantes, a música é uma área do conhecimento infinita, sempre temos o infinito diante de nós, de forma que, em relação a esse infinito, todos somos iguais, e mais, todos somos iniciantes por mais que caminhemos nessa estrada.

O Infinito
Mas há um meio de catalogarmos, um pouco forçosamente, o que é um iniciante, um intermediário e um avançado. Pelo método VIVAOSAX, temos que o iniciante é aquele que está no zero, ou não sabe quase nada, ou se sabe, sabe muito mal o que sabe.
O Iniciante no Saxofone
Muitos estão nesse estágio há mais de dez anos no saxofone, ou ainda mais do que isso. Não que não saibam nada, ou até mesmo quase nada, sabem muitas coisas, mas sabem tudo muito mal sabido, de forma que na prática, de fato, não sabem quase nada, ou ainda zero.
É preciso ter excelência ao tocar, e isso significa dominar etapas, se ultrapassamos as etapas sem dominá-las, ou pulamos etapas, nunca deixaremos de ser iniciantes, pois sempre haverá um passo atrás que terá de ser dado para que saibamos o que estamos fazendo agora, e para tanto deveremos voltar para cumpri-lo.

A Excelência
Se você se encontra em um destes estágios, está no zero, ou não sabe quase nada, ou sabe, mas sabe tudo mal sabido, eu indico fortemente o curso VIVAOSAX BÁSICO, que é o meio mais rápido de se deixar de ser iniciante no saxofone e começar a tocar como gente grande.
A Porta Para os Iniciantes
O curso de saxofone VIVAOSAX BÁSICO foi desenvolvido justamente com essa finalidade, de ser a melhor porta de entrada para o mundo do sax, aquela que vai fortalecer os seus fundamentos e vai te fazer tocar como gente grande no saxofone, deixando assim pra trás o estágio de iniciante.
O que é deixar de ser iniciante? Alguns sinais nos dizem o que é ser iniciantes, ter som de iniciante, tocar como um iniciante, e de fato, ninguém gosta de estar nessa condição, pois o saxofonista iniciante, por mais que se esforce, nunca agrada a quem o ouve de fato.
Finalmente o Que é o Quê?
Tocar é ser iniciante, tocar bonito é ser intermediário, tocar e criar bonito é ser avançado. Este seria um caminho, ainda que um tanto quanto forçoso, mas bom para definirmos o que é um iniciante, um intermediário e um avançado.
Os iniciantes não tocam, e se tocam tocam muito mal tocado, não basta tocar, temos de tocar bonito, os cursos que ensinam o saxofonista a tocar nada ensinam de fato, mas quando ensinam o saxofonista a tocar bonito, isso sim é aprendizado.
Quando o saxofonista se ouve numa gravação e gosta do que ouve, quando ele se ouve e diz para si mesmo, com sinceridade: isso é saxofone! Então ele deixou de ser iniciante, essa é a grande verdade, quem tem de gostar do que você faz é você mesmo.

Saxofone Como Saxofone
Para tanto, o saxofonista precisa ouvir muito saxofone, ter contato com quem tem maior segurança do que é o fator saxofone, poder se expor a essa pessoa e obter retorno, para assim lapidar o que toca, o que aprendeu a tocar, e passar, aos poucos a tocar bonito.
Tocar bonito vai muito além do som. O som nada mais é do que uma mera buzina, vejo saxofonistas na internet muito preocupados com o som do saxofone, mas esquecendo de como tocar, frasear, e fazer o som escravo do tocar bonito. Ter som, apenas, não significa nada.
Os Sinais Para Deixar de Ser Iniciante
Há algumas coisas que fazem o músico se descolar do mero tocar para tocar bem, tocar bonito. E essas coisas são, em suma, embora não sejam únicas, os estágios da interpretação. E quais são os estágios da interpretação? Vamos a eles.
Os estágios da interpretação são a articulação e a acentuação, a dinâmica, as variações rítmicas, as variações melódicas (ambas ligadas à área da improvisação na interpretação), o vibrato, os efeitos (subtonado, som rouco, portamento, frulato etc.) e os ornamentos (apogiatura, mordente, grupeto, floreio etc.), que já são técnicas mais avançadas.

Sinais
De certa forma o iniciante vai do simples tocar, até o tocar bonito as melodias que gosta de tocar, saber incrementar as melodias de forma a torná-las humanas, exprimindo reais sentimentos, e não melodias robóticas, chapadas, e mecânicas que nada expressam senão o mal tocar o que se sabe.
Esse é o objetivo do curso VIVAOSAX BÁSICO, fazer com que o iniciante consiga tocar bem o que toca, não simplesmente tocar, mas tocar bonito, abandonando assim o estágio de iniciante. Sem dúvida a melhor porta de entrada, ou a melhor indústria de lapidação do som e da tocabilidade do saxofonista.
Passando esse estágio, tocando bem, o saxofonista precisa criar. E criar envolve a improvisação, primeiro ele toca, depois ele interpreta, e agora, depois do intermediário ele improvisa. Embora haja improvisação e interpretação no início, pois tudo deve ser preparado desde a primeira aula, o ideal é que o foco esteja primeiro em tocar, depois em tocar bem (interpretar), e por fim em criar (improvisar), ou seja, improvisar bem.
Este é o método VIVAOSAX, ainda estão em gravação os cursos VIVAOSAX INTERPRETAÇÃO, e também o VIVAOSAX IMPROVISAÇÃO. Porém, o curso VIVAOSAX BÁSICO está mais pronto do que nunca, e é para você que quer tocar bem, e não simplesmente tocar.
Venha para o mundo do sax, entre no mundo do sax pela porta certa, conheça o MÉTODO VIVAOSAX, conheça o curso VIVAOSAX BÁSICO, e passe a abandonar o estágio iniciante, para se tornar um saxofonista de respeito.
Daniel Vissotto






